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APÓS O SUCESSO NA UFMS E NA FACULDADE OBJETIVO (RIO VERDE - GO), BICAMPEÃO DO PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO INICIA NOVO CICLO DE PALESTRAS COM O TEMA "AS TENDÊNCIAS DA INDÚSTRIA 4.0".

18/09/2019

Fundada em 08/2006, a Fidelity Mobile é uma empresa voltada para atividades de P,DI&C (pesquisa, desenvolvimento, inovação e comunicação) de reconhecida capacitação tecnológica no setor. Com base nesta experiência disruptiva, a empresa desenvolveu uma plataforma tecnológica mobile inovadora, social e sustentável. O marco histórico que caracteriza o caráter inovador da Fidelity ocorreu no período de 2010/2013, com a conquista do bicampeonato do PRÊMIO FINEP DE INOVAÇÃO em duas categorias: 1ª lugar Pequena Empresa e 2º lugar na categoria Gestão da Inovação (região centro oeste). Neste mesmo ano, a empresa atingiu sua visão estratégica sendo eleita para o World Summit Award (WSA MOBILE CONTENT 2010) o maior Prêmio de Mobilidade do Mundo, realizado em Dubai (Emirados Árabes Unidos), em parceria com as Nações Unidas (ONU), como sendo o melhor case brasileiro na categoria “M-Government & Participation” com o projeto Fidelity Consulting LA 49116, destinado a consultas dos usuários do DETRAN. Já em 2018, a Fidelity Mobile volta a ampliar sua visão estratégica para inovação se tornando MICROSOFT PARTNER e CASE MUNDIAL MICROSOFT/XAMARIN permitindo a comunicação via CHAT MOBILE entre cidadãos o poder legislativo e os deputados brasileiros e CASE NACIONAL DE INOVAÇÃO na alavanca de valor da Perspectiva Tecnológica, que envolve as áreas Tecnologias Exponenciais, P&D, Ciência, Conectividade, Disrupção Tecnológica da CONFERÊNCIA ANPEI DE INOVAÇÃO 2018. Nossa metodologia baseada na “bússola da inovação” é reconhecida por permitir a construção de inovações de softwares de mobilidade, aderentes às matrizes de necessidades da sociedade pós-moderna, por meio dela é possível desenhar o funil das atividades permitindo que as inovações de fato aconteçam.

 


 

'As tendências da indústria 4.0.'

Os avanços da indústria de TI e Telecom irão provocar uma mudança radical e de conjunto no desenvolvimento humano, afirma o pesquisador e economista Valdemar Mendonça.

O Estado – Com o início de um novo governo qual é a principal barreira para o setor público inovar?

Valdemar - A principal barreira é a cultural, afinal de contas não estamos “na gravidade do Vale do Silício”, somada a um crivo essencialmente político e ao não cumprimento da Lei da Inovação – Lei nº 13.243 (Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação) –, que visa criar um ambiente mais favorável a pesquisa, desenvolvimento e inovação nas universidades, nos governos e nas empresas. Outra barreira a ser superada são os interesses e objetivos dos agentes públicos, na maioria das vezes “nada republicanos”. Para enfrentar este desafio é preciso superar a ideia de que a capacidade de inovar é aleatória, uma vez que a inovação deixou de ser uma possibilidade para ser uma necessidade da sociedade pós-moderna. O ato de inovar é fruto de um processo que pode resultar em maior impacto sobre os resultados finais do serviço público, ampliar os canais de diálogo, melhorar a experiência do cidadão na utilização dos serviços, aumentar o embasamento para a tomada de decisõse de gestores em problemas complexos e sociais, aumentando a eficiência e reduzindo custos, promovendo maior participação democrática e transparência nas ações do setor público com o mercado e a sociedade.

O Estado – O termo “startup” virou moda no Brasil, e todos os dias em todos os veículos de comunicação a expressão “startup” é pronunciada; qual o seu conceito de startup?

Valdemar - De fato o termo ganhou relevância no contexto em que vivemos, e na minha opinião será ainda mais explorado no governo do presidente Bolsonaro, que adota um viés neoliberal, ou como costumo brincar: “Uma guinada bem ali à direita”. Em síntese, o conceito de uma startup se conectado a um modelo de negócio escalável e repetível, de uma empresa nova, até mesmo embrionária ou ainda em fase de constituição, é o que conta com projetos promissores, ligados a pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras que sejam sustentáveis e permitam lucros em escala, com destaque para a expressão Unicórnio.

O Estado – Quais as principais tendências do setor de TI e Telecom para os próximos anos; como estas mudanças vão impactar em sua opinião como especialista em tecnologia e inovação, em nossas vidas?

Valdemar - Os avanços da indústria de TI e Telecom irão provocar uma mudança radical e de conjunto no desenvolvimento humano, que passará de uma sociedade eletrônica (e-society) para uma sociedade ubíqua (u-society), na qual tudo é conectado e pode ser acessado de qualquer lugar. Graças a inovações tecnológicas, a indústria de Telecom e TI tem colaborado intensivamente com níveis de crescimento constantes nos últimos 20 anos. Se na década passada a sociedade pós-moderna testemunhou a convergência de telecomunicações e internet, nesta próxima, vamos juntos ver a convergência de broadcast, internet e televisão. A residência ou casa conectada é o principal campo de disputa, televisão e internet oferecendo oportunidades sem precedentes em razão da característica da rede de telecomunicações de oferecer banda larga, bidirecional, que pode satisfazer as nossas experiências tanto on-line quanto sob demanda.

O Estado – Em sua opinião em quais áreas do setor produtivo estão alocadas as “Tendências da Inovação na Indústria 4.0”?

Valdemar - Acredito que os principais desafios e oportunidades de inovação para o desenvolvimento da sociedade pós-moderna estão alocados nas áreas estratégicas que envolvem o setor de produção e consumo de alimentos, a chamada “comida do futuro” ou “magic phill”; no setor de transportes com a mobilidade urbana, carros voadores; no setor energético, com as fontes de energia renováveis, que são aquelas que possuem um ciclo de renovação em escala de tempo humana e não se esgotam (solar, eólica e hidrelétrica). Já no setor de telecomunicações o marco será o fim da telefonia analógica, sendo gradativamente substituída pelos instant messengers ou telecomunicadores. 

O Estado – Inovar envolve risco ao mesmo tempo que requer uso intensivo de capital (dinheiro). Onde as empresas, o governo e as pessoas que querem inovar podem buscar investimentos, ou seja, dinheiro para inovação?

Valdemar - De fato inovar não é fácil, envolve riscos e requer o esforço perene, integrado, compartilhado e colaborativo de todos nós (sociedade, empresas instituições de ensino e pesquisa e governo). A capitalização para inovação no Brasil é normalmente obtida por meio de projetos que, após serem submetidos e analisados, “podem ser viabilizados” pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos); BNDES Inovação (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social); Bird (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento); Seed Capital (capital semente); Venture Capital (capital de risco); Private Equity (investimento em empresaS estabelecidas); Aceleradora (investimento em startups); Angel Capital (investimento anjo); Ecossistemas De Inovação (universidades, investidores de risco, pesquisadores, parques tecnológicos e incubadoras de empresas).

O Estado – Em sua opinião, qual o real significado da palavra “inovação”?

Valdemar - Monetização da criatividade. Novidade + Resultado. Inovar é transformar ideias novas em resultado. Se for novo, mas não gerar resultado, não é inovação. É invenção. Se gerar resultado, mas não houver novidade, é melhoria ou adequação de produto, serviço e processo.

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