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HÁ 4 ANOS BILL GATES JÁ SABIA! A PRÓXIMA EPIDEMIA, ESTAMOS PREPARADOS?

17/03/2020
Desde a Guerra Mundial II, os governos têm feito investimentos substanciais para se defenderem contra ataques nucleares, mas têm gasto pouco para se prepararem para uma praga. O surto de Ebola em 2014–2015, que matou 10.000 pessoas na África Ocidental, destacou a incapacidade da sociedade para lidar com essa pandemia. Epidemiologistas não estão equipados para reagir, e as equipes médicas não estão de prontidão. Enquanto os MSF faziam um trabalho admirável de mobilização de voluntários, a resposta era lenta. Um surto em larga escala exigiria a ação rápida de milhares de voluntários.
 

 
Três fatores impediram que o Ebola se tornasse uma crise global. Primeiro, os heroicos profissionais de saúde conseguiram conter a propagação do vírus. O Ebola não é uma doença transmitida pelo ar, e os pacientes portadores não infectam facilmente outras pessoas. E por acaso, o vírus não apareceu em áreas densamente povoadas. Da próxima vez, podemos não ter tanta sorte. Em 1918, mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo morreram de gripe espanhola. Hoje, os avanços científicos contrabalanceiam tal ameaça. Mesmo com informações em tempo real, controle dos movimentos das pessoas e o desenvolvimento de vacinas para combater patógenos específicos, o sistema de saúde carece de preparação. As nações podem aprender várias lições das forças armadas. As mesmas cadeias de abastecimento, logística e tropas usadas para batalha podem se mobilizar contra uma epidemia. Os países podem se preparar para combater um contágio mortal de cinco maneiras:
 
1) Prestar ajuda e assistência aos países em desenvolvimento, onde os surtos geralmente surgem pela primeira vez, para colocar sistemas de saúde adequados no lugar.
2) Criar um corpo médico com especialistas à disposição de maneira rápida e eficiente.
3) Formar equipes de médicos com militares, aproveitando as proezas logísticas militares.
4) Organizar simulações para determinar os pontos fortes e fracos dos programas.
5) Investir em P&D na contenção de vírus, criação de vacinas e diagnósticos.
 
O Banco Mundial estima que uma epidemia de gripe global poderia custar à economia mundial 3 trilhões de dólares. Uma preparação cortaria essas perdas de forma substancial e salvaria milhões de vidas. Abordar este problema deve ser uma prioridade.
 
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